Sol é tema de palestra em evento

 

13227679_1201291763215304_4097273871090338860_o*Jonh Billy da Silva

 

Dada a importância do tema, ‘manchas solares’ foi um dos assuntos ofertados no II Mini-Circuito de Astronomia, que aconteceu no último dia 8, em Cuiabá. O Sol teve apresentada sua estrutura e o comportamento das manchas solares – tipo especifico de atividade solar – além de observá-las em tempo real através da projeção no evento.

Aprendemos a conhecer o Sol desde a infância como fonte de luz, e de intenso calor, que nos permite as primeiras percepções visuais a respeito do mundo que nos cerca. Com o passar dos anos, aprendemos a tirar proveito de sua luz e seu calor, e a admirar sua imponência no céu diurno, como fazemos com a Lua no céu noturno. Além disso, desde os primórdios da civilização, o homem aprendeu a admirar o Sol como o responsável pela existência e manutenção da vida na Terra e por isso mesmo, na maioria das culturas antigas, o Sol foi adorado como um Deus.

Os Incas, por exemplo, por possuírem considerável conhecimento em astronomia, construíram um relógio solar que descrevia o percurso do Sol ao longo do ano. Isso garantiu-lhes o desenvolvimento de calendários para melhoria nas práticas agrícolas e representação de datas comemorativas. Já na China antiga (Século XIII a. C.), o Sol era adorado, e a ele eram oferecidos rituais de sacrifícios diários de boas-vindas e de despedidas. O Sol já foi chamado também de Hélios pelos gregos, de Mitras pelos persas e de Rá pelos egípcios.

Nossa fonte de luz e de vida, essa pequena estrela é a mais próxima de nós, e a que melhor conhecemos. Basicamente, é uma enorme esfera de gás incandescente, em cujo núcleo acontece a geração de energia por meio de reações termonucleares. Muito do que se conhece do Sol foi graças às observações cientificas e amadoras, como as observações de Galileu Galilei em 1613 que imortalizaram essa prática dando origem à observação solar por projeção e iniciando os estudos da superfície solar e registros em desenhos, com particular relevância as manchas solares. Mais tarde verificou-se que as manchas possuíam um comportamento peculiar, não só na alteração do seu aspecto, mas também no modo como se distribuíam no disco solar.

*Jonh Billy da Silva é graduado em Física e mestrando no Programa de Pós-Graduação de Física Ambiental da UFMT

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